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	<title>Viva Leitura</title>
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	<description>Guia do Leitor</description>
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		<title>Índios habitavam todo o território brasileiro antes de 1500</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jul 2012 09:38:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O livreiro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O índio já habitava o território brasileiro muito antes da chegada dos portugueses. Vários grupos indígenas viviam espalhados Brasil afora. Os grupos eram classificados pela variação linguística e um dos grupos mais importantes era o Tupi, formado pelos povos Guarani, Tamoio, Tupinambá, Tupiniquim, entre outros. Índios já viviam no Brasil muito antes da chegada dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-58" title="Índios habitavam todo o território brasileiro antes de 1500" src="http://www.vivaleitura.com.br/wp-content/uploads/2012/07/Lenguas-sw-300x200.jpg" alt="Índios habitavam todo o território brasileiro antes de 1500" width="300" height="200" /><strong>O índio já habitava o território brasileiro muito antes da chegada dos portugueses. Vários grupos indígenas viviam espalhados Brasil afora. Os grupos eram classificados pela variação linguística e um dos grupos mais importantes era o Tupi, formado pelos povos Guarani, Tamoio, Tupinambá, Tupiniquim, entre outros.</strong><span id="more-39"></span></p>
<h2>Índios já viviam no Brasil muito antes da chegada dos portugueses</h2>
<p>Antes do ano 1500, quando os portugueses chegaram ao Brasil, o índio vivia em tribos organizadas, com cultura, religião e costumes próprias. A pesca, a caça e a agricultura eram basicamente os meios de sobrevivência. Na hierarquia do universo do índio, o cacique era o figura mais importante, concentrando o poder político e administrativa do grupo. Já o pajé era o líder religioso e quem responsável pela cura de doenças nos membros das tribos através de ervas medicinais. De acordo com historiadores, antes da chegada dos portugueses, o Brasil contava com cerca de quatro milhões de índios.</p>
<p>Com a chegada do europeu, o índio passou enganado e até explorado, chegado a abandonar sua cultura, adotando os modos trazidos pelos portugueses. No entanto, nem todo índio aceitou esta relação passivamente com o europeu. Algumas tribos entraram em conflitos com os portugueses, mas foram derrotados pelos europeus que dispunham de um grande número de armas de fogo. Atualmente, restam no Brasil cerca de 400 mil índios. Porém, a maioria já perdeu as características culturais significativas como a língua própria. Hoje em dia, é comum o índio falar português e adotar outros costumes dos brancos. A aproximação com o europeu contaminou o índio com várias doenças. Várias tribos chegaram a ser praticamente extintas por este motivo. Poucos grupos indígenas da Amazônia se mantiveram afastadas da civilização e conseguiram preservar suas culturas intactas.</p>
<h2>Ainda existem grupos indígenas que resistem com suas culturas</h2>
<p>Mas o índio, na maioria das vezes, foi assimilado dentro da sociedade brasileira e acabou por absorver a nova cultura, sendo responsável pela grande miscigenação da população brasileira, juntamente com os portugueses e os povos africanos. De acordo com dados recentes da Fundação Nacional do Índio (Funai), 25% dos índios que vivem na região da Amazônia mora em áreas urbanas. Apenas metade deste grupo se reconhece como índio, mantendo, inclusive, os rituais e a língua.</p>
<p>Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados em 2010, o Amazonas é o estado brasileiro com o maior número de índios, chegando a 113.391. Em segundo lugar está a Bahia, com 62.240 índios. São Paulo tem a terceira maior população indígena, com 63.789 indios. O Mato Grosso do Sul está em quarto lugar, com 53.900. Depois, em quinto lugar, aparece Minas Gerais com uma população indígena de 48.720. Em sexto lugar vem o Rio Grande do Sul com uma população de 38.718 índios. O estado do Pará está em sétimo lugar, com 37.681 índios. Em seguida, em oitavo lugar, aparece o Rio de Janeiro, com 35.934 índios. Pernambuco está em nono, com 34.669 índios. A lista dos dez estados brasileiros com maior população indígena, de acordo com o IBGE, encerra-se com o Paraná, em décimo lugar, com uma população indígena de 31.488.</p>
<p>Foto: Angela Köhler &#8211; Fotolia</p>
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		<title>A semana que mudou a arte brasileira</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jul 2012 09:26:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O livreiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Arte Moderna]]></category>
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		<description><![CDATA[Entre 13 e 17 fevereiro de 1922, no Teatro Municipal de São Paulo, o mundo da arte brasileira viveu a maior revolução de todos os tempos com a Semana de Arte Moderna. Poesia, literatura, música e artes plásticas foram os temas do evento. Modernistas revolucionaram a arte no Brasil Nomes de peso do movimento modernismo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.vivaleitura.com.br/wp-content/uploads/2012/07/teatro-300x218.jpg" alt="A semana que mudou a arte brasileira" title="A semana que mudou a arte brasileira" width="300" height="218" class="alignleft size-medium wp-image-50" /><strong>Entre 13 e 17 fevereiro de 1922, no Teatro Municipal de São Paulo, o mundo da arte brasileira viveu a maior revolução de todos os tempos com a Semana de Arte Moderna. Poesia, literatura, música e artes plásticas foram os temas do evento.</strong><span id="more-32"></span></p>
<h2>Modernistas revolucionaram a arte no Brasil</h2>
<p>Nomes de peso do movimento modernismo brasileiro como Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Plínio Salgado, Menotti Del Picchia, Heitor Villa-Lobos de Di Cavalcanti participaram do movimento que teve como proposta a busca de novas experimentações. A artista Tarsila do Amaral, que era um dos nomes mais importantes do movimento modernismo no Brasil, estava na França, não participou do evento no teatro. A Semana de Arte Moderna representava o que havia de mais novo no universo artístico e já era uma tendência aceita em países europeus. No entanto, no Brasil, a elite conservadora rejeitou tamanha inovação que estava sendo proposta no universo cultural brasileiro.</p>
<p> O poeta Manuel Bandeira, que naquela época já era uma das personalidades mais relevantes da literatura no país não aderiu ao movimento, por entender como demasiadas as críticas dos modernistas, no entanto, o poema “Os sapos”, de sua autoria, foi lido por Ronald Carvalho e chocou a plateia. Monteiro Lobato, outro ícone do cenário cultural brasileiro também não participou do movimento. Inclusive, as ferrenhas críticas de Monteiro Lobato à pintora modernista Anita Malfatti foi o estopim para a realização do evento no Teatro Municipal. </p>
<h2>O movimento</h2>
<p>O movimento modernista ganhou mais fôlego após a realização da Semana de Arte Moderna de 22. As ideias inovadoras continuaram a ser propagadas ao longo do tempo. Importantes canais de divulgação do modernismo brasileiro foram as revistas Klaxon e Antropofágica. Movimentos como Pau Brasil, Verde-amarelismo e Antropofágico também contribuíram para a divulgação daquelas novas propostas artísticas apresentadas durante aquela semana de fevereiro no mais importante teatro de São Paulo.</p>
<h2>Noventa anos depois</h2>
<p>Para lembrar os 90 anos da Semana de 22, o Theatro Municipal de São Paulo realizou um importante evento neste ano. O teatro foi palco de balé, música de câmara e sinfônica, e as óperas Magdalena e Pedro Malazarte, de Villa-Lobos e Mozart Camargo Guarnieri. A ópera Magdalena foi feita em 1948 para a Broadway e jamais havia sido apresentada em São Paulo. O Palácio dos Bandeirantes, também em São Paulo, também comemorou os 90 anos da Semana de Arte Moderna de 1922 com uma exposição denominada “90 anos depois”. A exposição contou com um acervo de 80 obras de artistas como Anita Malfatti, Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti, Cícero Dias, Ismael Nery e Guignard.</p>
<p>Foto: Romeo_and_Juliet_1856_www.neo-cortex.fr</p>
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		<title>Sistema de avaliação dá acesso à universidades</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jul 2012 09:12:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O livreiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Enem]]></category>
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		<description><![CDATA[Dos quase 1,6 milhão alunos que ingressam nas universidades brasileiras, em média, cerca de 15% conseguiram o acesso pela nota obtida no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Os dados são do Censo de 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Exame avalia ensino médio O Enem foi criado em 1998, como uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.vivaleitura.com.br/wp-content/uploads/2012/07/universida-300x229.jpg" alt="Sistema de avaliação dá acesso à universidades" title="Sistema de avaliação dá acesso à universidades" width="300" height="229" class="alignleft size-medium wp-image-70" /><strong>Dos quase 1,6 milhão  alunos que ingressam nas universidades brasileiras, em média, cerca de 15% conseguiram o acesso pela nota obtida no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Os dados são do Censo de 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</strong><span id="more-25"></span></p>
<h2>Exame avalia ensino médio</h2>
<p>O Enem foi criado em 1998, como uma ferramenta do Ministério da Educação (MEC) para avaliação do desempenho dos alunos do ensino médio. Porem, nos últimos anos, muitas universidades brasileiras passaram a utilizar o Enem para o acesso dos estudantes às universidades em substituição aos vestibulares tradicionais. Esta mudança, de acordo com muitas instituições de ensino, vem acontecendo porque o Enem seria uma modalidade seleção mais democrática. O Enem oferece ainda a vantagem de o estudante ter direito de concorrer às bolsas do ProUni, que é o Programa Universidade para Todos. </p>
<p>Os alunos que participarem do Enem também podem solicitar o Fies, Programa de Financiamento Estudantil do Governo Federal. O Enem tem mais de 4,5 milhões de alunos inscritos em quase 1,7 mil cidades brasileiras. As provas são realizadas uma vez por ano, com dois dias de duração. O exame contém 180 questões objetivas e uma questão de redação. As provas do Enem devem ser realizadas duas vezes ao ano a partir de 2013. </p>
<h2>Enem pode substituir vestibular</h2>
<p>O Ministério da Educação sinaliza para o Enem seja a modalidade de acesso ao ensino superior em 55 universidades federais, em substituição à forma de ingresso atual que é por meio de exames vestibulares. A proposta do MEC é de que os alunos façam os exames nos estados onde vivem.<br />
A escolha do curso e da universidade seria através da da nota obtida pelo estudante no exame. Desta maneira, o aluno teria a chance de entrar em diversas faculdades sem a necessidade de fazer um vestibular específico em cada instituição de ensino. No entanto, o projeto de substituição do vestibular ainda não foi implantado em todas as universidades federais. Das 55 instituições, 22 adotaram o Enem e 14 universidades fizeram o processo seletivo mesclado com Enem e vestibular tradicional. Nove universidades decidiram pela não utilização da nota do Enem. As outras dez instituições restantes ainda estudam a melhor maneira de realizar seus processos seletivos. O Enem tem como objetivo avaliar o aluno diversos aspectos. O domínio da língua portuguesa em um dos principais quesitos. O aluno também é avaliado em sua capacidade de aplicar conceitos para compreender assuntos como fenômenos da natureza, processos históricos e geográficos, entre várias outras habilidades a serem avaliadas.</p>
<p>Foto: lightpoet &#8211; Fotolia</p>
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		<title>Escola no Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jul 2012 08:53:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O livreiro</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Escola]]></category>
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		<description><![CDATA[O atual sistema escolar brasileiro foi moldado depois de passar por várias transformações desde o início da história da educação brasileira. O princípio do sistema educacional do Brasil teve com uma das principais características a exclusão de um grande contingente de brasileiros que não tinham acesso à escola. Direitos de todos A Lei nº 9.394/96 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.vivaleitura.com.br/wp-content/uploads/2012/07/Escola1-300x200.jpg" alt="O desenvolvimento das escolas brasileiras" title="Escola no Brasil" width="300" height="200" class="alignleft size-medium wp-image-80" /><strong>O atual sistema escolar brasileiro foi moldado depois de passar por várias transformações desde o início da história da educação brasileira. O princípio do sistema educacional do Brasil teve com uma das principais características a exclusão de um grande contingente de brasileiros que não tinham acesso à escola.</strong><span id="more-15"></span></p>
<h2>Direitos de todos</h2>
<p>A Lei nº 9.394/96 normatizou o sistema escolar do Brasil e garantiu o direito à educação a todos dos brasileiros de forma igualitária. No entanto, as primeiras escolas do Brasil foram construídas para atender apenas aos filhos dos colonos brancos. A primeira grande mudança estrutural no sistema escolar brasileiro aconteceu a partir da promulgação da primeira Constituição, em 1824, que trouxe como novidade a regulamentação do ensino primário gratuito a todos os brasileiros e a criação de vários colégios e faculdades em todo o Brasil.</p>
<p>Em 1891, o ensino escolar passou a ser divido em primeiro grau, para crianças entre sete e 13 anos, e o segundo grau, para crianças acima de 13 anos. Uma reformulação total na escola brasileira surgiu a partir de 1930, através do Ministério da Educação e Saúde, que havia sido criado naquele ano. Em 1937, a Constituição Federal definiu o ensino técnico, que era direcionado às classes menos favorecidas. A partir de 1960, surge no Brasil uma nova estrutura na escola, com os currículos unificados nacionalmente. No entanto, em 1964, a escola brasileira era caracterizada por significativas carências que iam desde currículos inadequados e professores desqualificados até a uma grande evasão escolar devido à necessidade de as crianças entrarem prematuramente no mercado, que resultava em um abandono deliberado da vida escolar.</p>
<h2>Novas oportunidades nas escolas</h2>
<p>Com a implementação da Lei nº 9.394/96, nos oportunidades foram criadas na vida escolar do brasileiro. No entanto a lei teve seu trâmite no Congresso nacional em um período muito longo e foi marcado por grandes divergências. Mas um dos itens mais importantes foi a manutenção da educação infantil para crianças até seis anos de idade, que tem como premissa desenvolver integralmente a criança em todos os seus aspectos, desde o desenvolvimento físico até a sua relação social.</p>
<p>O ensino infantil começou a ser discutido de fato no Brasil a partir da Constituição Federal de 1988. O artigo 208, inciso IV, da Constituição Federal, afirma que o Estado tem o dever de garantir acesso de crianças de 0 a cinco anos em creches e pré-escolas. Este fator se deve principalmente devido ao fato de cada vez mulheres ingressarem no mercado de trabalho, consequentemente, não dispondo mais de tempo para cuidar de seus filhos integralmente, tornando necessária a existência de vagas em escolas infantis. As famílias que se sentirem desassistidas em seus direitos podem reclamá-los na justiça.</p>
<p>Foto: Cora Müller &#8211; Fotolia</p>
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		<title>A literatura de cordel</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jul 2012 09:06:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O livreiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[cordel]]></category>
		<category><![CDATA[folclore]]></category>
		<category><![CDATA[Livros artesanais]]></category>

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		<description><![CDATA[Presente no Brasil desde o século XVIII, a literatura de cordel foi trazida pelos portugueses e rapidamente se popularizou no país. Este tipo de literatura é caracterizada por um grande apelo popular e é publicado em folhetos com ilustrações. Literatura de cordel nasceu em Portugal A história da literatura de cordel começou em Portugal, quando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.vivaleitura.com.br/wp-content/uploads/2012/07/decordel-300x199.jpg" alt="A literatura de cordel" title="A literatura de cordel" width="300" height="199" class="alignleft size-medium wp-image-68" /><strong>Presente no Brasil desde o século XVIII, a literatura de cordel foi trazida pelos portugueses e rapidamente se popularizou no país. Este tipo de literatura é caracterizada por um grande apelo popular e é publicado em folhetos com ilustrações.</strong></p>
<p><span id="more-10"></span></p>
<h2>Literatura de cordel nasceu em Portugal</h2>
<p>A história da literatura de cordel começou em Portugal, quando os textos eram amarrados em cordões e apresentados às pessoas em lojas, feiras e até mesmo nas ruas. No Brasil, a literatura de cordel esta fortemente presente na Bahia, Paraíba, Alagoas, Ceará e Pernambuco. Com uma grande dose de humor este tipo de literatura aborda temas do cotidiano, política, futebol e religião, entre outros assuntos. Atualmente, os textos são recitados nas ruas e praças públicas e, normalmente, são acompanhadas por instrumentos musicais como violas. Um dos grandes nomes da literatura de cordel é Leandro Gomes de Barros, falecido em 1918, e que escreveu cerca de mil textos. Outros importantes representantes deste modelo de literatura são Antônio Gonçalves da Silva, mais conhecido como Patativa do Assaré; José Alves Sobrinho, João de Cristo Rei e Ignácio da Catingueira, principalmente. Grandes autores da literatura brasileira tiveram uma forte influência da literatura de cordel. Entre os nomes mais expressivos estão o mineiro João Guimarães Rosa, José Lins do Rego, Ariano Suassuna e João Cabral de Melo. </p>
<h2>Livros artesanais</h2>
<p>Os textos de cordel são publicados em pequenos livros e são feitos de forma artesanal pelo escritor. As páginas dos livros variam de oito a 32 e o tamanho mais comum é 16 centímetros de comprimento e 11 centímetros de largura. Além de Portugal, a literatura de cordel também marcou presença em países como França e Espanha, por meio de artistas conhecidos como trovadores, que apresentavam as próprias composições, devidamente acompanhados de violas. No Brasil, a literatura de cordel é caracterizada pelo forma poética, com rima e métrica. Neste estilo literário, o autor pode usar o texto para se manifestar sobre determinados temas relevantes na sociedade, pois na literatura de cordel não há impessoalidade e nem imparcialidade. Esta forma de expressão é marcada pela persuasão. O autor tenta convencer o leitor sobre determinada proposta ou ideia. Historiadores encontram na literatura de cordel uma importante fonte de referência sobre a cultura de determinada época. Através da literatura, podem ser resgatadas informações sobre roupas, crenças, objetos, linguagem e até a arquitetura predominante de determinada época em uma região. Algumas figuras do folclore brasileiro são explorados em textos de cordel, como Saci Pererê, Mula-sem-cabeça e Boitatá, entre outros.</p>
<p>Foto: Carlo Süßmilch &#8211; Fotolia</p>
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		<title>A vida de Jorge Amado</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jul 2012 08:42:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O livreiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Academia de Rebeldes]]></category>
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		<category><![CDATA[Zélia Gattai]]></category>

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		<description><![CDATA[Jorge Amado é o segundo autor brasileiro com o maior número de obras publicadas no mundo, perdendo somente para Paulo Coelho. Os livros de Jorge Amado foram editados em 55 países e 49 idiomas diferentes. O escritor, ainda hoje, o que mais teve obras literárias adaptadas para o teatro, televisão e cinema brasileiros. Entre o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.vivaleitura.com.br/wp-content/uploads/2012/07/JorgeAmado-sw-300x225.jpg" alt="A vida de Jorge Amado" title="A vida de Jorge Amado" width="300" height="225" class="alignleft size-medium wp-image-64" /><strong>Jorge Amado é o segundo autor brasileiro com o maior número de obras publicadas no mundo, perdendo somente para Paulo Coelho. Os livros de Jorge Amado foram editados em 55 países e 49 idiomas diferentes. O escritor, ainda hoje, o que mais teve obras literárias adaptadas para o teatro, televisão e cinema brasileiros. Entre o legado deixado por Jorge Amado, estão verdadeiras obras primas como Dona Flor e Seus Dois Maridos; Tenda dos Milagres; Tieta do Agreste; Gabriela, Cravo e Canela; Teresa Batista, Cansada de Guerra, Tocaia Grande, Capitães da Areia e Mar Morto.</strong></p>
<p><span id="more-4"></span></p>
<h2>Grandes sucessos</h2>
<p>Jorge Amado nasceu na fazenda Auricídia, que à época pertencia a Ilhéus, na Bahia, em 10 de agosto de 1912, mas foi registrado na cidade baiana de Itabuna. O autor morreu poucos dias antes de completar 89 anos, em Salvador, na Bahia, no dia 6 de agosto de 2001. Mas a vida de Jorge Amado foi marcada pela intensidade de sua criação. Aos 14 anos, ele deu os primeiros passos no mundo literário, sendo um dos fundadores de um grupo de jovens escritores que começou uma revolução na literatura baiana, chamado Academia de Rebeldes.<br />
Entre 1927 e 1929, o autor trabalhou como repórter no jornal Diário da Bahia. As primeiras publicações do autor começaram a partir de 1930, com a novela Lenita, Em seguida vieram os romances O País do Carnaval; Cacau e Suor, obras publicadas em 1931, 1933 e 1934 respectivamente.</p>
<p>Em 1935, Jorge Amado forma-se em direito pela Faculdade de Direito do Rio de Janeiro. No entanto, jamais exerceu a profissão de advogado. O que Jorge Amado queria mesmo era dedicar-se exclusivamente à literatura. As grandes obras do autor começaram a ser escritas entre 1935 a 1944, com obras como Jubiabá; Capitães da Areia;  Mar Morto e Terras do Sem-Fim. De 1946 a 1958, foram escritas outras grandes obras como Seara Vermelha; Os Subterrâneos da Liberdade e, principalmente, Gabriela, Cravo e Canela. Nos anos 1960, o autor publicou sucessos como Morte de Quincas Berro d’Água, Tenda dos Milagres e o Dona Flor e Seus Dois Maridos. Em 1961, o autor passou a fazer parte da Academia Brasileira de Letras, ocupando a cadeira 23, que havia pertencido ao escritor José de Alencar. Na década de 1970, foram escritos livros como Teresa Batista, Cansada de Guerra e a obra-prima Tieta do Agreste, entre outras.</p>
<h2>A vida com Zélia Gattai</h2>
<p>Jorge Amado também enveredou-se pelo caminho da política e foi eleito deputado federal pelo Partido Comunista Brasileiro (PCB), em 1945. Neste mesmo período, o autor conheceu uma grande leitora de suas obras, Zélia Gattai. Os dois se casaram-me poucos meses mais tarde de tiveram três filhos: João Jorge, Paloma e Eulália.</p>
<p>Foto: Gennadiy Poznyakov &#8211; Fotolia.com</p>
<p>.</p>
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